Guca Domenico
Nasceu em
Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, no dia 23 de maio de 1959.
Formou-se em
jornalismo pela Faculdade Cásper Libero. Colaborou na Folhinha de São Paulo, O Matraca, Globo Rural, Caros Amigos e há mais de dez anos escreve crônicas no jornal Debate de sua terra natal.
Suas primeiras composições são de 1977, após a mudança da família para São Paulo.
Em 1979, com Carlos Melo, Laert Sarrumor e Pituco, criou o grupo
Língua de Trapo, onde tocou e cantou até 1981. Algumas de
suas composições foram gravadas no
long-play de
estréia do Língua de Trapo:
"Quem Ama não Mata
(Tango do Bidê)", "Tragédia Afrodisíaca", "O que
é isso, companheiro?" e "Romance em Angra".
Posteriormente, o grupo gravou "Fado da Falência",
"Fim de Século" e "Ouriço na Vila Madalena".
Lançou quatro álbuns solo: "Levando Às Íntimas
Conseqüências (Veloz)" (1992), "Te Vejo" (2001),
"Vislumbres" (2008) e "Eterno Retorno" (2011).
Tem músicas gravadas por Pena Branca (no álbum
vencedor do Grammy Latino, 2002), Tetê Espíndolla
e Almir Satter, Passoca, Ana de Hollanda e Kapenga e
Gereba (do Bedengó), entre outros. Na Itália, foi gravado
pelo sardo Gigi Acquas.
Lançou os livros "Sete Poemas e Uma Flor" (1989), "Um Campeonato de Piadas" (1999),"Gato Pardo" (2000),"1001 Desculpas Esfarrapadas" (2003), "O jovem Noel Rosa" (2003),"O jovem Martin Luther King" (2004) – com o pseudônimo de Christy Withman, "O jovem Santos Dumont" (2005), "1001 Desculpas Esfarrapadas de Políticos (2006), participou da coletânea de contos "Zodíaco" (2006), "Olha o desperdício, Coelho Felício" (2007), "Breve História da Bossa Nova" (2008) e "A Poluição Tem Solução" (2008).
Foi professor de música na Scuola Italiana Eugenio Montale, São Paulo, e venceu o I Concurso de Dramaturgia do Estado de São Paulo, com o texto teatral "Meias Mentiras".